Como funciona

Ajuda

Cálculo de Alinhamento.

O eleicao.voto compara suas respostas às de cada candidato de forma totalmente determinística e auditável. Não há inteligência artificial, nem pesos ocultos, nem inferência de ideologia: todo resultado pode ser reproduzido a partir das posições escolhidas e dos pesos que você definiu.

1. Você define o que importa

Por padrão, o site reparte 100 pontos igualmente entre todos os temas e subtemas: todos valem o mesmo. Se você marcar Modo avançado na tela inicial, passa a distribuí-los você mesmo, na etapa Temas.

De um jeito ou de outro, os pontos de um tema se repartem entre as perguntas dele — igualmente, por padrão. Um tema com 12 pontos e três perguntas dá 4 a cada uma, e é esse 4 que a tela mostra como “Peso” ao lado do enunciado. A soma nunca muda: as perguntas de um tema valem, juntas, os pontos daquele tema.

Pergunta mora sempre no tema mais específico: um tema que tem subtemas não tem perguntas próprias, então dar pontos a ele é dar pontos às perguntas dos subtemas dele. Quanto mais temas recebem pontos, mais perguntas você responde.

No Modo avançado você também pode decidir como os pontos de um tema se dividem entre as perguntas dele, na tela Quanto cada pergunta pesa. O tema continua valendo o mesmo — os pontos só mudam de lugar dentro dele.

2. Cada pergunta tem opções ordenadas

Cada pergunta oferece cinco posições substantivas, de um extremo a outro (posições 1 a 5), mais duas opções finais:

  • Sem opinião formada — você não tem posição definida.
  • Prefiro não responder — você opta por não se posicionar.

O cálculo usa apenas a posição (o número), nunca o texto da opção. O texto é só apresentação.

As perguntas do match legislativo são a exceção: como descrevem uma votação que aconteceu, só há Aprovo (posição 1) e Desaprovo (posição 5), mais as duas finais.

3. Similaridade em cada pergunta

Para cada pergunta que conta, medimos a distância entre a sua posição e a do candidato e a convertemos em uma similaridade de 0 a 100%:

similaridade = 1 − |posiçãovocê − posiçãocandidato| ÷ 4

O divisor 4 é a distância máxima possível (da posição 1 à 5). Assim:

SituaçãoDistânciaSimilaridade
Mesma posição0100%
Uma posição de diferença175%
Duas posições250%
Três posições325%
Extremos opostos40%

4. O que acontece com “sem opinião” e “prefiro não responder”

Essas duas opções são tratadas de forma diferente conforme quem as escolhe — essa assimetria é intencional.

Quando você escolhe

A pergunta é ignorada. Sem uma posição sua, não há referência para medir a distância de nenhum candidato. Ela sai da conta para todos os candidatos, sem prejudicar ninguém.

Quando o candidato escolhe

A pergunta continua contando, e o candidato recebe uma penalidade — porque queremos incentivar candidatos a se posicionarem:

Resposta do candidatoSimilaridadeLeitura
Discordância total (honesta)0%tomou posição, mas oposta à sua
Sem opinião formada0%sem crédito de alinhamento
Prefiro não responder−25%pior que qualquer resposta

Consequências disso: uma resposta honesta é sempre pelo menos tão boa quanto se abster — então não há como um candidato melhorar sua afinidade se escondendo. E quem se abstém com frequência acumula muitos zeros (ou negativos), o que naturalmente derruba sua afinidade.

5. A afinidade final do candidato

A afinidade é a média das similaridades, ponderada pelos pesos:

afinidade = Σ (peso × similaridade) ÷ Σ (peso)

O número que aparece na tela é uma nota de 0 a 100, com uma casa decimal, e não uma porcentagem. Ele não diz “o candidato concorda com 86% do que você respondeu” — diz que a média ponderada das similaridades deu 0,86. A casa decimal existe para não inventar empate: 84,3 e 76,9 arredondados viram 84 e 77, e dois candidatos que a conta separa passariam a disputar o desempate sem precisar. A diferença entre nota e porcentagem aparece assim que os pesos deixam de ser iguais: concordar numa pergunta de um tema que você pôs em primeiro lugar levanta mais a nota do que concordar numa de um tema que você quase zerou. Onde há proporção de verdade — quantas das votações o candidato votou como você — o site escreve com o sinal de por cento.

De quem é o peso

Quase todo seu. O candidato também distribui 100 pontos entre os temas, e essa prioridade declarada entra na conta — mas valendo um quinto do que vale a sua:

peso = (5 × seu peso + peso do candidato) ÷ 6

Por quê: entre dois candidatos que respondem igual sobre previdência, o que colocou previdência entre as prioridades dele é a melhor opção para quem também a prioriza. Prioridade declarada diz algo sobre o que a pessoa vai fazer no mandato, e isso é informação que você quer.

E ele não consegue usar isso para inflar a afinidade. Três travas:

  • O peso amplifica nos dois sentidos — priorizar um tema em que ele discorda de você derruba o alinhamento. Declarar prioridade é risco assumido, não ganho grátis.
  • No tema que você mais prioriza, ele move a conta em no máximo um quinto: entre pesar 0 e pesar 100, o peso efetivo vai de 83 a 100. Ele não apaga o que você escolheu; no máximo enfatiza.
  • Ele nunca faz contar uma pergunta que você excluiu. Tema com zero ponto seu fica fora, e nenhum peso dele muda isso.

Candidato que não declarou prioridade nenhuma não é punido: a conta usa o seu peso, exatamente como se esta regra não existisse.

A soma percorre apenas as perguntas que contam (aquelas em que você tomou uma posição). Como “prefiro não responder” vale −25%, a afinidade interna de um candidato muito evasivo pode ficar negativa; nesse caso ela é exibida como 0,0 (a ordem, porém, ainda separa os mais evasivos).

6. Como a lista é ordenada

Os candidatos aparecem separados por cargo e, dentro de cada cargo, da maior afinidade para a menor. Três regras completam a ordem, e todas as três são declaradas aqui porque cada uma decide quem você vê:

  • Empate na afinidade: desempata primeiro a intensidade — entre empatados, vem na frente quem deu mais pontos aos temas em que concorda com você, e vai para trás quem deu mais pontos aos temas em que discorda. Isso existe porque a afinidade, sozinha, não distingue intensidade quando poucas perguntas contam: média de um número só é o próprio número, e o peso se cancela.
  • Empate também na intensidade: aí é sorteio. Não é por ordem alfabética — isso daria vantagem permanente a quem tem nome começando com A, em todo empate, para sempre. E empate não é raro: se você concentra seus pontos em poucos temas, poucas perguntas contam, e muitos candidatos acabam com exatamente a mesma afinidade. O sorteio é estável para você (recarregar a página devolve a mesma ordem) e diferente entre pessoas, então ninguém acumula vantagem. É a mesma solução, e o mesmo motivo, da ordem embaralhada das alternativas.
  • Mostramos os cinco melhores de cada cargo, e o restante aparece como “e mais N”. Quando há empate na quinta posição, dizemos quantos ficaram de fora com a mesma afinidade — quem apareceu entre eles foi sorteio, não mérito, e você merece saber disso.
  • Quem ainda não respondeu ao questionário não entra na lista, e dizemos quantos são. Não responder não é o mesmo que discordar de você: sem as respostas do candidato não há o que comparar, e exibi-lo com 0% afirmaria sobre ele uma coisa que não foi medida.

O corte dos cinco é só de exibição: a afinidade é calculada para todos os candidatos que você pode votar, e é sobre esse total que a ordem é decidida.

7. Detalhamento e transparência

  • Por tema: a mesma fórmula, aplicada só às perguntas de cada tema, mostra onde você mais e menos se alinha.
  • Maiores concordâncias e divergências: as perguntas de maior e menor similaridade.
  • Posicionamento: mostramos em quantos temas o candidato se posicionou, quantas vezes ficou “sem opinião” e quantas “não respondeu” — para você julgar por conta própria.
  • Completude: indica o quanto você respondeu do seu próprio questionário (quanto mais completo, mais confiável a comparação).

8. O match legislativo

Além do questionário, o site compara você com o que os deputados fizeram: como votaram em plenário. As afirmações do bloco “Como você votaria?” não são opinião de candidato nenhum — cada uma descreve uma votação que aconteceu, e o voto de cada deputado está registrado na fonte oficial da casa. Onde exatamente, e o que fica de fora, está em De onde vêm os dados.

São duas casas legislativas, e cada uma tem as suas duas abas de resultado:

  • Câmara dos Deputados — para todo eleitor, comparando com quem é candidato a deputado federal.
  • Assembleia Legislativa de São Paulo — só para quem informou um município de São Paulo, comparando com quem é candidato a deputado estadual no estado. Fora de São Paulo ela não aparece: não haveria com quem comparar.

Dentro de cada casa são duas abas, que medem coisas diferentes — por isso não somamos as notas nem as juntamos à do questionário:

  • Candidatos: compara você com a pessoa. Só no cargo daquela casa — nos outros, a comparação seria entre quem tem histórico ali e quem tem histórico em outra casa, que não temos.
  • Partidos: compara você com a bancada. A posição do partido numa votação é o lado que reuniu dois terços dos seus deputados, e só quando ao menos três deles votaram naquela votação — abaixo de qualquer uma das duas, o partido entra como sem posição, igual à bancada dividida. Três, e não cinco: um partido de cinco deputados nunca reuniria cinco votos numa mesma votação, e exigi-los apagaria os pequenos da aba em silêncio. Um deputado pode votar contra o próprio partido — para saber como uma pessoa votou, use a aba de candidatos.

Há votação que conta só para os partidos. Nem toda matéria é decidida no painel: na Assembleia de São Paulo a maior parte é resolvida com o líder declarando em plenário como a bancada vota, e isso vai para a ementa oficial da sessão. Aí existe posição de partido e não existe voto de ninguém em particular — a pergunta entra na aba de partidos e fica fora da de candidatos, sem contar contra pessoa nenhuma. No questionário essas perguntas aparecem com cor própria na barra de progresso, e a legenda diz o que são.

Nada é somado entre as casas. Um deputado federal e um estadual votaram matérias diferentes, em plenários diferentes: uma nota que juntasse as duas compararia coisas que não se comparam, e nem apareceria no número final que ela é feita de duas.

Os dois números do card

Vêm da mesma soma, e o que os separa é o denominador:

m = Σ (peso × similaridade) ÷ Σ (peso), sobre o que ele votou
afinidade = [ Σvotou (peso × similaridade) + Σlicença (peso × m ÷ 2) ]
            ÷ [ Σvotou peso + Σfaltou peso + Σlicença peso ]
seus pontos = Σ (peso × similaridade)

O peso é o que você deu ao tema daquela votação; a similaridade é 1 quando o deputado votou como você e 0 quando não. As somas correm sobre o seu recorte: as votações dos temas em que você pôs pontos e em que você tomou posição. Responder “Sem opinião formada” ou “Prefiro não responder” deixa a votação de fora — é a sua resposta que serve de referência, e sem ela não há o que comparar.

  • Afinidade (0 a 100, com uma casa decimal): entre as votações em que ele podia votar, quanto votou como você. Faltar conta contra ele: vale o mesmo que votar ao contrário. Licença registrada custa menos — vale metade do que ele votou quando esteve lá. E quem não tinha mandato na data fica de fora da conta: quem assumiu em 2025 não podia votar em 2024, e isso não é discordância, é ausência de registro.
  • Seus pontos (“83 de 98”): quantos dos pontos que você distribuiu caíram em votações que ele votou como você. Aqui só acordo soma — falta e licença valem zero, e o total ao lado é o máximo alcançável no seu recorte, não 100.

Por isso a soma não é a nota: um suplente que concordou com você em tudo o que pôde votar somaria pouco, e esse número ao lado do nome dele diria algo falso. Na afinidade ele está protegido pelo denominador — o que ele não podia votar não entra —; na soma, não. Ela serve para desempatar e para mostrar de quanto do seu peso há registro em plenário.

Quem entra na comparação

Duas condições, e elas respondem a perguntas diferentes:

  1. Tem história nesta casa? Mandato exercido em pelo menos 8 das votações apuradas dela — votando, faltando, licenciado ou presidindo a sessão, porque a pergunta aqui é se a pessoa teve as mesmas chances. É sobre ela, e a resposta é a mesma para todos os visitantes.
  2. Registrou voto no que você perguntou? Voto registrado em pelo menos 60% do seu recorte. Abaixo disso não há registro bastante para uma nota comparável — e a falta em si já entra na nota de quem fica.

mínimo de votos registrados = ⌈0,6 × votações do seu recorte⌉

É a segunda que torna a afinidade comparável entre um candidato e outro — e por isso a lista pode ser ordenada por ela, sem correção nenhuma por trás. Quem fica de fora aparece na tela com o motivo.

Como os temas têm tamanhos diferentes — seis trazem uma votação, um traz três —, a etapa Temas conta votações cobertas e avisa quando são poucas. Abaixo disso quase todo mundo empata, e a aba repete o aviso. É aviso e não impedimento: você segue com o recorte que quiser. A conta é feita por casa, numa linha para cada uma, porque pesar um tema pode render três votações na Câmara e nenhuma na Assembleia — e o número a partir do qual avisamos também é de cada casa: 8 na Câmara e 6 na Assembleia, medidos nos votos de cada uma. A Assembleia precisa de menos porque vota quase toda pela mesma linha: ali votação nova não separa quem já vota igual. Esse aviso só aparece no Modo avançado: no padrão, todos os temas têm pontos, e o recorte é o maior possível.

A ordem da lista

1º afinidade · 2º seus pontos · 3º sorteio

As duas primeiras estão impressas no card: se um candidato aparece acima de outro, você confere por quê. O sorteio só entra quando os dois números são iguais — é sempre o mesmo para você, diferente de pessoa para pessoa, e a tela diz onde ele decidiu. Ordem alfabética seria pior: daria vantagem permanente a quem começa com A.

A afinidade traz uma casa decimal para não inventar empate: 80,0 e 79,6 são candidatos diferentes. O que sobra depois dela é empate de verdade — quase sempre pessoas que votaram exatamente igual em tudo o que você perguntou.

Quem empata aparece. A lista mostra os cinco melhores de cada cargo, mas quem exibir os dois números de um dos cinco entra também. Listar um e omitir outro com os mesmos números seria deixar o sorteio decidir quem aparece.

O número na tela é sempre a conta crua, que você refaz somando a evidência de cada votação — e ao lado dele dizemos em quantas votações o voto do candidato bateu com a sua resposta, conferível em “Todas as votações e respostas”.

Abstenção, obstrução, falta e licença

São coisas diferentes e recebem tratamento diferente:

  • Abstenção e obstrução contam como “sem posição” e não rendem alinhamento nenhum.
  • Falta — ele tinha mandato em exercício e não votou — custa o mesmo que votar ao contrário de você.
  • Licença registrada (saúde, maternidade, secretaria de governo) custa menos: vale metade do que ele votou quando esteve lá.
  • Presidir a sessão não custa nada: quem preside só vota em hipóteses restritas, e é restrição do regimento, não escolha dele.
  • Não ter mandato na data também não custa nada: a votação sai da conta daquele deputado, sem penalidade.

Faltar e obstruir custam o mesmo, porque são a mesma esquiva com nomes diferentes — até 2026 a obstrução custava e a falta não, e quem saísse da sala saía ganhando. O que não custa é não ter tido mandato: aí não há o que medir.

Como sabemos que ele faltou, e as duas casas respondem de jeitos diferentes. Na Assembleia a chamada do relatório de votação lista os 94 deputados, então a ausência está escrita: quem aparece com um traço não registrou voto, e a marca da margem do documento separa quem estava presidindo de quem faltou. Na Câmara a chamada traz só quem votou, então faltar é invisível ali e a ausência tem de vir do histórico de exercício que a própria Casa publica — é ele que diz se, naquele dia, a pessoa estava em exercício, licenciada ou sequer tinha mandato.

9. Garantias

Todo o cálculo é determinístico e reproduzível a partir de três coisas: as posições das respostas, os pesos dos temas e a fórmula acima. Não usamos aprendizado de máquina, pesos ocultos, inferência de ideologia nem qualquer ordenação opaca. Se você refizer as contas à mão, chegará ao mesmo número.

De onde vêm os dados.

As três fontes

Nada aqui é apuração nossa. Tudo vem de dado público oficial, de três origens:

Na ficha de cada candidato, toda votação traz o link do registro oficial dela e a data em que capturamos — e, na Assembleia, também a cópia do PDF que guardamos, porque lá o voto individual só existe em PDF e o portal não promete manter o endereço.

Ordem das respostas e alinhamento político.

Em cada pergunta, as cinco posições substantivas vão de um extremo político a outro. A ordem em que elas aparecem na tela é escolhida de propósito — e não é a mesma para todo mundo.

Por que a ordem importa

Numa lista vertical de opções, a primeira alternativa tem uma pequena vantagem: ela é lida primeiro e recebe um pouco mais de atenção. Se as posições fossem sempre exibidas na mesma direção, um dos lados do espectro político ficaria permanentemente no topo — ganhando essa vantagem sistemática só por causa do layout, não do seu mérito.

Isso é uma questão de justiça: nenhum campo político deve ser favorecido pela mera posição na tela.

Como resolvemos

A direção da escala (posições 1 a 5) é invertida para cerca de metade dos eleitores. Para você, ela pode aparecer de um extremo ao outro ou no sentido contrário: o seu navegador tira cara ou coroa uma única vez, na primeira pergunta que você abre, e guarda o resultado. É o mesmo sorteio que desempata candidatos com a mesma nota, e pela mesma razão — não há identificador nenhum a consultar, porque nada do que você faz aqui é guardado em servidor.

  • Estável para você: o sorteio é feito uma vez e fica neste navegador, então a direção permanece a mesma em todas as perguntas e a cada vez que a página carrega. Você não vê as opções “pulando” de lugar. Apagar os dados deste navegador sorteia de novo.
  • “Sem opinião formada” e “Prefiro não responder” nunca são afetadas: elas sempre ficam por último, depois das cinco posições.

Trata-se de uma questão de usabilidade tanto quanto de justiça: a ordem é embaralhada entre pessoas, mas nunca dentro da sua própria sessão, para que a experiência continue previsível.

Não muda a sua afinidade

A inversão é apenas visual. O que entra no cálculo é a posição (o número de 1 a 5) que a opção representa, nunca o lugar em que ela apareceu na tela. Duas pessoas com opiniões idênticas obtêm exatamente o mesmo resultado, vejam elas a escala na direção que for.

Seus dados.

Nada do que você responde é guardado

O seu local de votação, os pesos que você distribui entre os temas e cada uma das suas respostas ficam apenas neste navegador. Eles são enviados ao servidor só no momento de obter uma pergunta ou o seu resultado — que é calculado e devolvido sem ser gravado em lugar nenhum. Não há cadastro, não há login e não existe nenhum registro que ligue respostas a uma pessoa.

A única informação que o sistema guarda é uma contagem: quantas pessoas distintas concluíram o questionário e chegaram ao resultado em cada cidade, por dia. É um número somado, sem nenhuma coluna que aponte de volta para alguém.

Como tudo mora no seu navegador, o questionário continua de onde parou se você fechar a aba — e recomeça do zero em outro aparelho ou em uma janela anônima.